A morte da professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, dentro de uma faculdade particular em Porto Velho (RO), segue sendo investigada após a prisão em flagrante do aluno João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, que confessou o crime
Em depoimento, segundo o portal G1, o estudante afirmou que manteve um relacionamento amoroso com a docente por cerca de três meses e que passou a se sentir “emocionalmente abalado” ao perceber o distanciamento da vítima. Segundo ele, a situação se agravou quando descobriu que Juliana pretendia retomar o relacionamento com o ex-marido.
O suspeito contou ainda que decidiu esperar o fim das aulas para conversar com a professora em uma sala vazia da instituição. Durante a conversa, segundo sua versão, teria sido tomado por forte raiva e a atacou com golpes de faca.
De acordo com o registro policial, Juliana foi atingida na região do tórax, sofreu perfurações na altura dos seios e também um corte profundo no braço direito. A faca usada no ataque foi encontrada na sala e recolhida pelos policiais.

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