Paciente que perderam a visão após passar por cirurgia de catarata na Clínica Clivan, em Salvador, se reuniram na última terça-feira (5) com a Defesnsoria Pública e o Conselho Estadual de Saúde para dicutir os próximos passos do caso e cobrar providências.
A estudante de enfermagem e cuidadora de idosos, Marli Bispo, uma das pacientes que fez a cirurgia de catarata na clínica precisou retirar parte do globo ocular. "Eu fui mutilada. A gente entra numa clínica para sair bem e sai cega", desabafou a paciente revelando que não consegue contato com o estabelecimento
Eronilde de Brito, filha de Marli destacou a sensação de impunidade diante da situação. "A sensação que eu tenho é que a gente ta andando em círculo e não consigo chegar a lugar algum. Nossa luta é por justiça, pra que não caia na impunidade. Os danos são muitos graves. A família toda está adoecendo em assistir toda essa mudança na vida da minha mãe.
A Defensoria Pública se comprometeu a judar no processo de idenização para as vítimas. Já Conselho de Saúde destacou que este é primeiro espaço de escuta das vítimas. "Pasmem vocês mas até o momento a clínica sequer fez contato nenhum com os pacientes."
As cirurgias foram realizadas no dia 26 de fevereiro e a clínica foi interditada no dia 2 de março. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o convênio com a clínica permanece suspenso e que o município está prestando assistência aos pacientes.
A Defensoria Pública se comprometeu a judar no processo de idenização para as vítimas. Já Conselho de Saúde destacou que este é primeiro espaço de escuta das vítimas. "Pasmem vocês mas até o momento a clínica sequer fez contato nenhum com os pacientes."



































