terça-feira, 11 de agosto de 2026

Colômbia sofre com roubos após terremoto e mais de 130 mortos

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, disse que foram reportados episódios de roubos e “problemas de ordem pública” após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na manhã de segunda-feira, 10.

Segundo informações da Associação de Cidades Capitais da Colômbia (Asocapitales), até o momento, o tremor deixou 132 mortos.

O líder colombiano publicou um pronunciamento nas redes sociais na noite de segunda. Após os relatos de roubos, De La Espriella afirmou que o governo nacional vai reforçar o policiamento das cidades afetadas pelo tremor.

“Ao amanhecer (do dia 11), teremos nas cidades mil homens protegendo para evitar saques e situações que alterem a ordem pública”, disse o presidente da Colômbia.
Cali, cidade que fica a sudoeste de Bogotá, foi uma das cidades mais afetadas pelo terremoto, deixando ao menos 35 mortos e 188 desaparecidos, além de cerca de 700 feridos e 5 mil imóveis destruídos ou afetados na região.

Além da militarização da cidade, a prefeitura de Cali decretou toque de recolher das 20h de segunda-feira, no horário local, até as 6h desta terça-feira, 11 — das 22h às 8h, no horário de Brasília.

Alejandro Eder, prefeito de Cali, atribuiu a decisão às “ameaças de saques” e afirmou, em uma mensagem divulgada pela Prefeitura, que a medida teria como objetivo “garantir a segurança na cidade e proporcionar espaço e condições suficientes para que as equipes de resgate possam continuar seus trabalhos”.

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