quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Master: PF pede saída de Toffoli após encontrar conversas suspeitas

A Polícia Federal (PF) apresentou, na última segunda-feira, 9, ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a suspeição do ministro Dias Toffoli como relator das investigações sobre o Banco Master.

A solicitação da PF tem como base conversas obtidas a partir da extração dos aparelhos eletrônicos de Daniel Vorcaro, dono do banco, que menciona Toffoli. O material foi entregue ao ministro Edson Fachin, que tem a atribuição de analisar esse tipo de ação. Fachin já intimou Toffoli a se manifestar sobre o requerimento.

Um pedido semelhante já havia sido feito pela PF à PGR (Procuradoria-Geral da República), mas o procurador-geral, Paulo Gonet, não deu andamento porque já havia afastado a suspeição de Toffoli em requerimento semelhante feito por parlamentares de oposição.

No Supremo, ministros avaliam que a arguição de suspeição é uma prerrogativa exclusiva da PGR —sendo assim, a PF não teria legitimidade para entrar com esse tipo de processo. Ainda assim, Fachin cumpriu o rito de notificar Toffoli a responder.

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