Uma ex- funcionária da Havan venceu um processo judicial e desembolsou o montante de R$ 10 mil após ser demitida da empresa. Trabalhando na unidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo, a moça alegou ter sofrido o crime de danos morais.
Em seu relato, ela informou que o aviso de demissão veio cerca de 20 dias após testemunhar, em setembro de 2023, em favor de um colega em uma ação judicial trabalhista contra a empresa
Os advogados de acusação alegaram que a diretoria da Havan usou a demissão como forma de retaliação contra a mulher, que também exigiu o pagamento de horas extras e outros direitos trabalhistas.
Condenada em instância máxima da Justiça do Trabalho, a Havan deverá pagar os valores referentes a danos morais, horas extras, férias, aviso prévio e FGTS, horas correspondentes a intervalos intrajornada e interjornada, multa normativa e diferenças de vale-refeição relativas a domingos e feriados trabalhados

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