quinta-feira, 2 de julho de 2026

Diarista confessa assassinato de casal de idosos e vende joias e celulares das vítimas por R$ 3,3 mil

A diarista Paola Stefany Neto Cirino, 30 anos, que confessou ter matado um casal de idosos em Belo Horizonte, vendeu joias e celulares das vítimas por R$ 3,3 mil após o crime, segundo informou a Polícia Civil. As informações foram divulgadas pelo g1 nesta quinta-feira (2). De acordo com o delegado responsável pelo caso, a suspeita roubou relógios, braceletes de ouro e aparelhos celulares que estavam no apartamento das vítimas, o advogado Cláudio Atala Inácio, 75, e a empresária Maria Clotilde Atala Inácio, 76.

A mulher, que estava no primeiro dia de trabalho como diarista para o casal, confessou os assassinatos durante depoimento à Polícia Civil. Paola Cirino foi presa após a investigação apontá-la como principal suspeita do crime. Imagens registraram o momento da prisão da diarista, suspeita de matar o casal de idosos a facadas em Belo Horizonte.

Chefe do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), o delegado Felipe Freitas afirmou ao jornal O Tempo que Paola Stefany Neto Cirino não possuía qualquer vínculo anterior com as vítimas. Ela teria sido indicada apenas para realizar uma faxina no imóvel, oportunidade que, segundo as investigações, foi aproveitada para furtar joias, relógios, celulares e outros objetos de valor.

A principal linha de investigação é de latrocínio. Conforme a Polícia Civil, ainda é apurado se o casal percebeu o furto e acabou sendo morto em seguida ou se os dois foram surpreendidos enquanto descansavam depois do almoço. Para os investigadores, a ausência de ferimentos aparentes na suspeita reforça a hipótese de que as vítimas tiveram pouca ou nenhuma chance de reação.

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