De acordo com o g1, a suspeita foi presa em 2024 pelo mesmo golpe em Goiás. Imagens de outro exame de raio-x feito na cidade do centro-oeste mostraram as mesmas agulhas dentro do corpo dela. O Conselho Tutelar também foi acionado à época, além da Polícia Militar.
Com isso, a Polícia Civil de Santa Catarina concluiu, após as investigações, que Amanda é reincidente nesse tipo de crime, tendo casos também em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Vida de adolescente
Ao longo do período em que permaneceu na residência em Joinville, a mulher recebeu diversos cuidados e benefícios. Ela ganhou uma festa de aniversário de 12 anos, passou a ter um quarto decorado com elementos infantis, recebeu brinquedos e até medicamentos para emagrecer.
A farsa começou a ruir após uma parente da família desconfiar da história contada pela suposta adolescente. Ao pesquisar informações na internet, ela encontrou indícios de que a mulher já havia aplicado golpes semelhantes em outras localidades.
Com a denúncia, a Polícia Civil aprofundou as investigações e constatou que a suspeita já possuía histórico de se passar por adolescente utilizando identidades falsas.
"Nos outros estados, ela também sempre se passava por adolescente. Ela inventava outros nomes. Aqui, ela inventou o nome de Gabriele, daí a família chamava ela de Gabi", detalhou o investigador.

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