sexta-feira, 17 de abril de 2026

Brasileira viaja à Suíça e paga R$ 65 mil para morrer por escolha própria

A brasileira Célia Maria Cassiano realizou um procedimento que levanta um grande debate e divide opiniões. Por livre escolha, na última quarta-feira (15), ela ingeriu uma substância e, entre três e cinco minutos depois, ela adormeceu e morreu. Não houve dor.

Acometida por uma doença degenerativa e incurável, Célia optou por realizar um suicídio assistido e, para isso, viajou até a Suíça. No país, a prática é permitida. Ela entrou em um quarto, deitou-se em uma cama e bebeu, por conta própria, uma substância prescrita por um médico

A morte de Célia foi comunicada às autoridades locais. Na Suíça, os casos de suicídio assistido seguem um protocolo bem definido. O acesso exige o cumprimento de uma série de critérios médicos e legais. Os custos também são elevados, de aproximadamente R$ 65 mil (11 mil francos suíços).

A após a morte, a polícia vai até o local para verificar a documentação, confirmar que houve consentimento livre e atestar a legalidade do procedimento. O corpo é então encaminhado para perícia e, posteriormente, cremado.

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